Quando Saulo seguia pela estrada de Damasco, teve a mais importante experiência de sua vida: viu Jesus, que se revelou a ele como o Cristo. E encontramos nesta revelação uma afirmação do Senhor Jesus para a qual não atentamos muito: “Dura coisa te é recalcitrar contra os aguilhões” (At.26:13-15).

Penso que devemos começar com algumas definições. O que é um aguilhão? É uma ferramenta que praticamente não conhecemos nos dias de hoje, pois a tecnologia substituiu seu uso. Hoje em dia, a grande maioria dos campos de plantio são arados por um trator, mas naqueles dias de Paulo, o arado era puxado por bois ou cavalos; quando o animal empacava, usava-se um aguilhão de metal, tal qual uma lança, para espetá-lo e fazê-lo andar de novo.
O aguilhão, portanto, era uma haste comprida de metal com a ponta afiada, cujo propósito era produzir incômodo e dor no animal, fazendo-o obedecer seu dono. Só era usado nos animais teimosos e obstinados.
Agora veja o paralelo: Jesus disse que Paulo estava recalcitrando contra os aguilhões, o que nos revela que Deus tem seus aguilhões. E com que propósito Deus tem seus próprios aguilhões? Para usá-lo em nossas vidas, quando empacamos em relação à sua vontade. Sabe, o tratamento de Deus sempre tem a ver com aquelas áreas em que não nos deixamos ser trabalhados facilmente; tem a ver com nossa teimosia e rebeldia, mas o Senhor sabe como nos espetar e fazer com que andemos de novo!
Esta é mais uma parte do agir invisível de Deus. Ele age de formas misteriosas que, na maioria das vezes, não são visíveis aos nossos olhos. Temos o costume de atribuir ao diabo toda circunstância negativa, mas nem sempre é assim. Há momentos quando podemos estar colhendo o fruto de nossa própria obstinação, e o diabo não será o responsável não.

Penso que devemos começar com algumas definições. O que é um aguilhão? É uma ferramenta que praticamente não conhecemos nos dias de hoje, pois a tecnologia substituiu seu uso. Hoje em dia, a grande maioria dos campos de plantio são arados por um trator, mas naqueles dias de Paulo, o arado era puxado por bois ou cavalos; quando o animal empacava, usava-se um aguilhão de metal, tal qual uma lança, para espetá-lo e fazê-lo andar de novo.O aguilhão, portanto, era uma haste comprida de metal com a ponta afiada, cujo propósito era produzir incômodo e dor no animal, fazendo-o obedecer seu dono. Só era usado nos animais teimosos e obstinados.Agora veja o paralelo: Jesus disse que Paulo estava recalcitrando contra os aguilhões, o que nos revela que Deus tem seus aguilhões. E com que propósito Deus tem seus próprios aguilhões? Para usá-lo em nossas vidas, quando empacamos em relação à sua vontade. Sabe, o tratamento de Deus sempre tem a ver com aquelas áreas em que não nos deixamos ser trabalhados facilmente; tem a ver com nossa teimosia e rebeldia, mas o Senhor sabe como nos espetar e fazer com que andemos de novo!Esta é mais uma parte do agir invisível de Deus. Ele age de formas misteriosas que, na maioria das vezes, não são visíveis aos nossos olhos. Temos o costume de atribuir ao diabo toda circunstância negativa, mas nem sempre é assim. Há momentos quando podemos estar colhendo o fruto de nossa própria obstinação, e o diabo não será o responsável não.

Tendo definido o que é um aguilhão, creio que precisamos entender melhor a palavra “recalcitrar”, que já não é tão usada em nossos dias. Recalcitrar significa: “resistir; não ceder; teimar; obstinar-se; insurgir-se; desobedecer; e no caso do animal: dar coices”. Nos dias em que Jesus escolheu esta ilustração havia alguns animais tão teimosos e rebeldes, que mesmo sendo aguilhoados não andavam. E não só não avançavam como ainda se rebelavam contra o próprio aguilhão; ao serem espetados ficavam embravecidos e davam coices no aguilhão.

Resultado: se machucavam muito mais ao darem coices do que quando eram aguilhoados. O Senhor Jesus não somente revelou que Deus tem e usa seus aguilhões, como também que Saulo (como muitos de nós) estava sendo por demais obstinado; além de empacado em relação a Deus, ele se encontrava recalcitrando, ou seja, dando coices contra o aguilhão de Deus em sua vida, tentando lutar contra ele. Nós, cristãos de hoje, também somos assim; muitas das vezes em que o Senhor quer tratar conosco, resistimos e recalcitramos.